Comunidade Evangélica Luterana "Cristo"

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CULTOS AOS DOMINGOS ÀS 9H

sexta-feira, 29 de março de 2013

Está Tudo Acabado?


 Mensagem Sexta-Feira Santa – Jo 19.17-30
Régis Duarte Müller
Está tudo acabado?

Desde quando Jesus nasceu ele foi procurado e perseguido.
Jesus era visto como uma ameaça para os governantes daquela época. Como Heródes, o qual não queria perder seu posto de rei, por isso manda matar todos os meninos de até 02 anos (Mt 2.16-18), tudo isso porque queria acabar com a vida de Jesus.
Quando iniciou sua vida ministerial, Jesus também foi perseguido. Perseguido e criticado por suas atitudes que para alguns ‘privilegiava’ aqueles que se encontravam à margem da sociedade: mulheres, crianças (Mt 19.14), leprosos (Mt 8), ladrões, cobradores de impostos (Mt 9.9), adúlteros, pecadores (Mt 9.10) etc. Jesus ajudou muitas pessoas curando suas chagas, tanto carnais quanto espirituais. Jesus exortava para que elas se arrependessem. Jesus queria salvá-los, por isso ensinava para que mudassem as atitudes e abandonassem a vida de pecados.
Apesar de pregar e ensinar o respeito, o amor ao próximo, o arrependimento e perdão, Jesus
continuou sendo perseguido, até que um de seus próprios discípulos resolvesse entrega-lo em troca de algumas moedas de prata. Traído por um de seus próprios seguidores, um dos escolhidos, um dos discípulos.
Após ser preso, foram horas de imenso sofrimento e amargura. Abandonado por Deus, ainda era necessário levar consigo os pecados do mundo inteiro. O próprio Jesus carregou sua cruz, ele foi crucificado em meio a ladrões, e recebendo no topo de sua cruz a seguinte inscrição: “Jesus Nazareno, O Rei dos Judeus”. Jesus foi perseguido, maltratado e castigado.
Você recorda a última vez que recebeu um castigo? Você fez alguma coisa errada? Mereceu ter sido castigado? Às vezes os pais castigam seus filhos por terem feito algo errado, ou por terem deixado de fazer alguma obrigação. Os adultos também recebem castigos, alguns em forma de multa, outros na prisão. Mas se fazemos algo errado assumimos a possibilidade de ser castigado, seja criança, seja adulto!
Mas o que Jesus fez para ser castigado? Amou? Cuidou? Abençoou? Perdoou? Curou? Esses são motivos para condenação? Claro que não! Jesus não fez nada para merecer o castigo, mas embora fosse inocente, Jesus foi severamente castigado.
A condenação, o sofrimento e todo castigo, Jesus recebeu voluntariamente. O inocente pelos pecadores. Sim o sofrimento que Jesus passou foi por você, foi por mim, foi em nosso lugar.
Jesus fez tudo isso por causa do seu amor pela humanidade. Quando a bíblia diz: “Deus amou o mundo tanto” (Jo 3.16), ela se refere a todas as pessoas do mundo. O sofrimento e a forma cruel como Jesus foi tratado fazia parte de um plano divino que Jesus aceitou por causa do amor que sente por você.
Um grande número de pessoas zombava de Jesus enquanto seu sangue escorria, escorria de suas mãos e de seus pés que foram atravessados por pregos... Mesmo nesta situação Jesus dizia: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem” (Lc 23.34). Por causa disso, a Bíblia nos diz que temos a remissão, a remissão de pecados (Cl 1.14), ou seja, mediante o sangue de Jesus. Por isso você pode confiar em Jesus para salvá-lo do castigo do pecado.
Mas, após tanta perseguição... Jesus finalmente foi preso, condenado e crucificado. Depois de muito sofrimento, e que tudo estava acontecendo conforme as profecias. A fim de cumprir totalmente com as Escrituras, disse: “Tenho sede!” (Jo 19.28). Os soldados encheram uma esponja com vinagre e deram a Jesus. Após beber aquilo, Jesus disse: “Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito” (Jo 19.30). Jesus está morto... O Cordeiro inocente, morto na cruz, no lugar do pecador.
Jesus sempre foi perseguido, desde quando nasceu... Até ser preso. Agora, Jesus está morto. E a Salvação? E a promessa de vitória? Está tudo acabado? É o fim da esperança das pessoas e da humanidade?

Exemplo que vem do Rei


Exemplo que vem do Rei.
GoVal 24/03/2013
Régis Duarte Müller
Domingo de Ramos – 24/03 a 31/03/2013

Textos Bíblicos: Salmo 118.19-29; Deuteronômio 32.36-39; Filipenses 2.5-11; Lucas 19.28-40
Muito se fala a respeito de exemplos a seguir, basta uma breve pesquisa no Google para encontrarmos vários resultados sobre este assunto.
Acontece que no mundo em que vivemos, abalado por uma política corrupta, guerras de poder e interesses vindos de todas as partes e pessoas; famílias desestruturadas por causa do alcoolismo e outras drogas... Diante de tudo isso, poucos são os bons exemplos a seguir. Olhando e avaliando todas essas coisas, logo perdemos a esperança de encontrar algum exemplo! Mas por mais escassos que possam parecer, eles existem.
Em determinadas ocasiões, as pessoas são questionadas: Em quem você se inspira em sua profissão, ou na área que pretende se profissionalizar? Nesse sentido, é comum ouvirmos jogares de futebol dizendo que se espelham em Ronaldo, Zico, Messi e por aí vai. É comum músicos falarem que se espelham em Roberto Carlos, Djavan, Johann Sebastian Bach ou Ludwig Van Beethoven. Em geral, gostamos de ter uma referência. Por isso, procuramos modelos para a área que desejamos atuar e para a vida. Grandes profissionais que alcançaram sucesso são nossos alvos, bem como, pessoas que deram grandes exemplos de vida.
Quando analisamos os modelos, aqueles que servem de exemplo, damos destaque para quem viveu de forma simples e humilde, que foi sincero e prezava pela
vida, pelo respeito, pela arte.
Contudo, por mais perfeitos que pareçam ter sido, sempre vamos encontrar alguma acusação, algum desvio, algum problema na vida deles, afinal de contas, todos esses que nos servem de exemplo, são pessoas, são humanos e passíveis de erro.
Ao abrirmos a Bíblia, a Sagrada Escritura, encontramos vários exemplos de fé: Davi, Pedro, Paulo etc. Mas também encontramos problemas e desvios na vida destes. O único perfeito é Jesus Cristo, o Filho de Deus. O qual é Rei do mundo inteiro, mas não foi coroado com joias, não usou carros de luxo, nem agia de acordo com seus interesses. Jesus Cristo é exemplo de amor, humildade e serviço. Como Rei, entrou triunfalmente em Jerusalém, no entanto, montado em um jumentinho. Em seu governo, ele não se aproveitou para desviar, roubar ou fazer coisas de interesse próprio, mas, foi humilde e obediente, serviu a Deus e ao mundo inteiro em um ato de amor.
Sem dúvida todos temos bons e maus exemplos, os quais, encontramos na vida ou em livros. Mas quais vocês querem seguir? Quais vocês tomam para si? Quando Paulo escreve à Igreja de Filipenses, ele aconselha a todos da seguinte forma: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus” (Fp 2.5). A Nova Tradução diz: “Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar que Cristo Jesus tinha”.
Que sentimento é esse? Que modo de pensar é esse? Jesus é Deus, mas abriu mão de tudo que era seu e tornou-se servo, tornando-se igual aos seres humanos. O sentimento e o modo de pensar de Jesus são em prol das pessoas: Jesus ama e serve a toda humanidade. Esse é o serviço do humilde Rei.
Quem é capaz de seguir tal exemplo? Quem pode fazer o que Jesus fez? Sentir o que Jesus sentiu? Pensar o que Jesus pensou?
Com certeza é muito bom termos o sentimento e o pensamento que Jesus teve, mas ao analisar nossa vida, nossos sentimentos, pensamentos e atitudes, nos damos por conta da existência de uma natureza pecadora. Notamos como somos falhos e não seguimos o modelo Jesus Cristo.
Jesus nos ensina a ser humilde e servir ao nosso próximo. Ninguém na face da terra foi tão humilde como Jesus, o qual tinha poder, poder de Deus, mas preferiu abster-se dele para se tornar o salvador dos seres humanos. Agora, o pecado que vive em nós, frequentemente coloca vendas em nossos olhos, e por isso acabamos deixando de seguir a Jesus Cristo. Nossa conduta é vergonhosa. Estamos sempre buscando aparecer. Queremos ser nosso próprio senhor e o deus dos outros, e sempre recusamos o serviço. Infelizmente, nós somos assim!
Quer dizer, ao invés de buscarmos seguir o exemplo de serviço e humildade do Rei Jesus, nós queremos viver como os reis do pedaço, fazendo todas as coisas que contemplem nossos anseios e interesses, os desejos da carne. Isso demonstra nosso pensamento egoísta e mesquinho, muito parecido com o exemplo dos políticos que tanto criticamos! Além do mais, quando o assunto é Deus, ou seja: Orar, fazer devoção, estudar a bíblia, participar das atividades da Igreja, contribuir com o crescimento da mesma, oferecer os dons para o trabalho do reino de Deus, então encontramos um tanto de compromissos na frente e não fazemos nada. Você lembra o
ultimo compromisso que deixou de cumprir?
Sem dúvida Jesus Cristo é o maior exemplo de amor, cidadania, paz e serviço que tivemos na face da terra. Ele não recebeu nenhum prêmio Nobel, mas cumpriu com seu objetivo.
Esta é a missão de Jesus, uma Missão de paz. Como Rei, Humilde, as pessoas iam à sua frente colocando folhas e ramos para Jesus passar. Sem dúvida, Jesus Cristo é o Rei, é o Messias prometido, como já dizia o profeta Zacarias 9.9 “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em um jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (Zc 9.9).
Mesmo sendo o Rei dos reis, a forma como Jesus entrou na cidade destaca sua humildade e sua missão de paz.
O amor de Jesus tornou-o o mais importante, a quem todos, de joelhos, se prostram para adorá-lo. Nós também o adoramos, e ainda, o tomamos como exemplo. Jesus é exemplo de amor, paz e serviço. Ser seguidor de Jesus é comprometer-se em amar seu próximo como a si mesmo, e a Deus acima de todas as coisas. Seguir o Rei Jesus é dar testemunho onde estiver. Seguir o Rei Jesus é saber que terá um lugar preparado no céu.
Portanto, adornemos o templo com ramos, deixemos o Rei Jesus entrar nesta casa, deixemos o Rei Jesus Reinar em nosso coração. Deixemos o exemplo de Jesus contaminar nossa vida, sigamos o exemplo humilde do Rei. Pois Ele vem, humilde, montado em um Jumentinho. Alegrem-se, pois Jesus é o nosso Salvador. Amém.

terça-feira, 19 de março de 2013

Acumuladores de Coisas


Acumuladores de coisas

Com o tempo acumulamos tanta coisa sem utilidade, que não sabemos onde guardar. Nem é preciso sofrer de compulsão obsessiva, basta sofrer os efeitos da propaganda consumista para ser acumulador. São roupas mofando no armário, bugigangas emboloradas nas gavetas, tralhas enferrujadas na garagem, quinquilharias repletas de ácaros nas caixas de papelão, uma infinidade de "riquezas" pessoais. As pirâmides egípcias já mostraram que deste mundo nada se leva. Por outro lado, tem muita coisa de valor jogada fora. Por exemplo, 40% do lixo na nossa cozinha é comida. Sem nenhum exagero, enquanto no lixo têm preciosidades, os armários estão abarrotados com inutilidades.
Tal estupidez acontece também em âmbito espiritual. Um contracenso identificado por Jesus ao acusar a igreja de seu tempo: “A pedra que os construtores rejeitaram veio a ser a mais importante de todas” (Lucas 20.17). Descartaram o fundamento da igreja, o próprio Cristo. Já o fariseu Saulo fez o contrário: “Eu joguei tudo fora como se fosse lixo, a fim de ganhar a Cristo” (Filipenses 3.8). O que ele rejeitou? Foi um baú pesado de boas obras meritórias, de conduta moral, tudo avalizado por um status religioso. Depois que virou Paulo, ele mesmo confessa que foi fanático, obsecado compulsivamente em agradar a Deus com as coisas que fazia e guardava. Após descobrir que nada disto poderia livrá-lo do lixão espiritual em que vivia, admitiu: “Considero tudo como uma completa perda, comparado com aquilo que tem muito mais valor, isto é, conhecer completamente Cristo Jesus, o meu Senhor".
Sem dúvida, tudo seria menos complicado se vivêssemos com o suficiente, sem o peso das coisas. Até porque, junto com as preocupações em adquirir e guardar, a vida vira um depósito de entulhos. Se isto é a pura verdade no aspecto físico, quanto mais no espiritual? Por isto o Salvador insiste: "Venham a mim todos os que estão cansados e sobrecarregados e eu os aliviarei".


Marcos Schmidt
pastor luterano
fone 8162-1824
Igreja Evangélica Luterana do Brasil
Comunidade São Paulo, Novo Hamburgo, RS
21 de março de 2013

sábado, 9 de março de 2013

Vidas Restauradas.


Vidas Restauradas.
GoVal 10/03/2013
Régis Duarte Müller
4° Dom na Quaresma – 10/03 a 17/03/2013

Textos Bíblicos: Salmo 32; Isaías 12.1-6; 2 Coríntios 5.16-21; Lucas 15.1-3,11-32
Esboço: Vidas Restauradas!

Existe um trabalho que é muito delicado. Para trabalhar nesta área você precisa ter muita responsabilidade, habilidade e competência. Normalmente são peças muito antigas e raras, que acumulam um grande valor sentimental. Este trabalho pertence ao restaurador.
O restaurador tem como objetivo principal restaurar obras de arte, fotos, documentos históricos, construções, quadros etc. Diante de tamanha responsabilidade, o valor do seu serviço acaba sendo, em grande parte, bem salgado. O valor da restauração de um objeto antigo é bem alto: custa caro. Porém o resultado sempre é satisfatório: um objeto novo.
Acontece que nem sempre precisamos do trabalho do restaurador, além do mais, muitas pessoas preferem jogar fora aquele objeto antigo e comprar um novo.
Mas, assim como existe o restaurador de objetos e pertences antigos, também existem pessoas que fazem restaurações no corpo do ser humano: cirurgiões dentistas, cirurgiões plásticos etc. os quais tentam fazer com as pessoas fiquem com uma imagem mais ‘bonita’.
Mas a grande verdade, é que indiferente do que as pessoas façam por fora, na ‘carcaça’ exterior, elas não conseguem mudar o que está por dentro – no coração!
Pessoas amargas, envenenadas por pensamentos e desejos impuros não podem ser restauradas por nenhum tipo de restaurador ou cirurgião. São pessoas que praticam atos absurdos, servem ao dinheiro, aos desejos carnais, não amam ao próximo e muito menos a Deus.
São pessoas que agem como o filho pródigo, que abandona a casa do pai em busca de coisas novas, prazeres do mundo, desperdiçando tudo que havia sido conquistado pelo seu pai. A partir de então, começou a sofrer as consequências de seus atos: passou fome, necessidades, foi humilhado etc..
Assim como o filho pródigo, também somos imaturos e agimos de forma errada, e por isso, sofremos as consequências de nossos atos. Muitos se julgam pessoas boas, que não fazem o mal a ninguém e por isso estão garantidos diante de Deus. No entanto, não é bem assim. A Palavra de Deus nos adverte: “Todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Rm 3.23).
Como podemos ver, todas as pessoas precisam se arrepender, pois todos são pecadores. Portanto, ainda não é o fim. O pecado é uma realidade triste de todo ser humano, mas Deus em toda sua glória deseja que as pessoas o busquem em arrependimento, para mudança de vida.
A mudança de atitude nos leva a um “restaurador” muito especial. Este restaurador não faz apenas trabalhos em objetos antigos, nem restaura estética e exteriormente o rosto ou corpo envelhecido, mas restaura e torna novo o coração sujo e pecador.
Jesus Cristo cria em nós um coração puro, renovando um espirito inabalável. No entanto, enquanto não confessamos os pecados, ficamos ansiosos, cansados, aflitos e com medo.
Davi nos conta a respeito: “Enquanto não confessei o meu pecado, eu me cansava, chorando o dia inteiro. De dia e de noite, tu me castigaste, ó Deus, e as minhas forças se acabaram como o sereno que seca no calor do versão. Então eu te confessei o meu pecado e não escondi a minha maldade. Resolvi confessar tudo a ti, e tu perdoaste todos os meus pecados” (Sl 32.3-5).
As palavras de Davi são muito consoladoras. Elas nos mostram que também podemos ser perdoados, ou melhor, também podemos ter nossa vida restaurada por Cristo.
Exatamente, “quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho e já chegou o que é novo” (2 Co 5.17). Ou seja, o mesmo que aconteceu com o filho pródigo acontece com cada pecador. Deus nos recebe em todo seu amor e graça, nos renova, nos coloca em sua casa e nos chama de filhos.
A verdade é que o Pai nunca rejeita um filho arrependido, como vemos: “Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho” – Porém, o pai respondeu: “Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (Lc 15.21-24).
Assim como a vida deste jovem foi restaurada, nossas vidas também podem ser. O “restaurador” Jesus quer nos transformar de inimigos em amigos de Deus, e Deus nos deu a tarefa de fazer com que todos saibam disso, com a seguinte mensagem: “Deus não leva em conta os pecados dos seres humanos e, por meio de Cristo, ele está fazendo com que eles sejam seus amigos” (2 Co 5.19).
Deste modo, através de Cristo e de sua mensagem “Vidas são Restauradas”. Você quer ter sua vida restaurada? Então confesse seus pecados a Cristo. Pois Davi afirma: “Feliz aquele cujas maldades Deus perdoa e cujos pecados Deus perdoa! Feliz aquele  que o SENHOR Deus não acusa de fazer coisas más e que não age com falsidade!” (Sl 32.1-2). Que assim vivamos novidade de vida, deixando Jesus sempre restaurar nosso coração. Por Jesus Cristo. Amém.