Comunidade Evangélica Luterana "Cristo"

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CULTOS AOS DOMINGOS ÀS 9H

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Mensagem 7° Domingo de Páscoa


Deus atende nossa oração”.
GoVal 20/05/2012
Régis Duarte Müller
7° Domingo de Páscoa – 13/05 a 20/05/2012
Textos Bíblicos: Salmo 1; Atos 1.12-26; 1 João 5.9-15; João 17.11b-19
Frequentemente oração é um assunto entre os cristãos. Além do mais, a oração é uma prática constante. Pelo menos deveria ser assim, até porque é um ensinamento deixado pelo próprio Jesus, como vemos em Mateus 6.5-15, por exemplo, (Pai Nosso).
Normalmente a oração tem alguns motivos bem específicos, como agradecer e pedir. No entanto, a resposta é condicionada ao destino, por isso, as orações sempre devem ser direcionadas a Deus e em nome de Jesus Cristo.
A Bíblia nos traz vários exemplos de oração. Aprendemos a orar pela Bíblia. Conhecemos os pedidos mais comuns do povo de Deus, conhecemos o pensamento de Deus acerca das suplicas.
Desde o Antigo Testamento podemos acompanhar orações que ficaram marcadas e são lembradas pelo povo de Deus na atualidade. Por exemplo: A intercessão de Moisés em favor de Israel após o povo adorar o bezerro de ouro (Êx 32, Dt 9); Ação de graças de Débora pela vitória (Jz 5); Ação de Graças de Ana (1Sm 2); Oração de Salomão por sabedoria (1Rs 3, 2Cr1); Orações de Jesus (Mt 6.9-13, Lc 11,2-4, Mt 26.36-44, Jo 12.27-28, etc.); Oração do fariseu e publicano (Lc 18.10-13); Oração da Igreja diante de perseguições (At 4.24-30); e muitas outras que podemos encontrar. Pedidos e ações de graças. O povo de Deus ora a Deus.
Quando lemos os textos para reflexão nesta semana, também encontramos orações importantes como a oração dos Apóstolos e a oração de Jesus. E ainda, orientações para que realizemos intercessões com fé genuína, quer dizer, fé verdadeira e confiante.
Outra coisa interessante de se notar é com relação ao que pedir. Não se pede coisas supérfluas, mas aquilo que realmente é importante e necessário. Jesus pede em sua oração para que Deus guarde e cuide das pessoas; Os apóstolos pedem orientação para a escolha do 12° apóstolo, o qual irá substituir a Judas. Todos são motivos muito interessantes e tem como objetivo o próximo.
No entanto, nesse ponto começamos a encontrar as dificuldades, pois somos individualistas por natureza. Pensamos primeiro em nós e depois no próximo. Na verdade levamos ao pé da letra a palavra – “próximo” – pois primeiro é preciso suprir as necessidades próprias, depois, se der, pensa-se no próximo.
O Apóstolo João, que tanto temos estudado este mês, nos mostra que o próximo deve vir sempre em primeiro lugar, pois seu ensino se baseia no amor. O Amor de João é um amor de doação, de atitude.
Na instrução de João, o amor é um reflexo da existência da fé. Logo, a atitude de amor é uma demonstração de fé em Deus. Mas é preciso ficar atento, pois existe mais de um tipo de amor e podemos muito bem achar que estamos amando, no entanto pode ser o amor errado. Mas como assim? Vejamos uma Poesia de A. J. Cardiais “Falta de amor ao Próximo”:
“A razão de viver é amar. Mas a maioria das pessoas vive o amor ao dinheiro, aos bens materiais, aos prazeres carnais... Sem atentar para o lado espiritual esse povo acha normal tudo que está acontecendo... Nós estamos vivendo a falta de amor. Do amor ao próximo, como o Mestre mandou.[1]
Ora, acontece que o mundo está cada vez mais individualista, não se preocupa com o amor ao próximo. Se pensarmos no esporte, por exemplo, aquele atleta com certa habilidade é apresentado como o mais importante, mesmo sendo individualista! Pensando na vida social, cada vez mais as pessoas têm menos amigos reais, em compensação estão cheias de amigos virtuais. E com isso, cada vez mais o EU se torna o principal destino para o amor.
Com isso vamos vivendo e deixando de praticar o amor ao próximo, aquele amor que o Mestre Jesus Cristo nos ensinou. Deixando de praticar até mesmo um ato simples, que não custa nada mais que alguns minutos: a oração. Afinal de contas, amar o próximo também é orar por ele.
Normalmente em nossas orações, temos uma longa lista de pedidos, de coisas que queremos. Mas, reflitamos um pouco na seguinte história:
“Imagine se um dia Deus dissesse:
- Escutem, estou cansado das suas orações. São bilhões e bilhões de pedidos todos os dias, e novos pedidos não param nunca de chegar aos meus ouvidos.
- Façamos o seguinte, a partir de hoje, eu atenderei apenas UM PEDIDO DE CADA SER HUMANO EM TODA A SUA VIDA.
- Portanto, pensem bem, pensem muito bem antes de fazê-lo.
Diante de uma situação assim, o que você pediria? É certo que muita gente pediria coisas realmente importantes, mas, certamente, muitas pessoas gastariam seu único pedido em vaidades e ilusões, tais como: Prazer; beleza; riqueza; Fama; Poder...
Diante dos muitos exemplos de oração que encontramos na Bíblia, podemos ler esta do rei Davi:
A Deus, o Senhor, pedi uma coisa, e o que eu quero é só isto: que ele me deixe viver na sua casa todos os dias da minha vida, para sentir, maravilhado, a sua bondade e pedir a sua orientação”.
Muitos são os motivos que temos para pedir, mas sem dúvida o pedido mais maravilhoso que possa existir é com ligação à fé em Deus. Desta forma, Mantendo a fé em Deus, automaticamente também temos a prática do amor fraternal. Levando-se em consideração que a fé e o amor estão intrinsecamente unidos, quer dizer, na sua essência.
Muito falamos na oração, e ela é a maneira de podermos dialogar, conversar abertamente com Deus. Ora, Deus ordenou que fizéssemos suplicas e orações, e João torna a falar da oração e dizer: “E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve” (1Jo 5.14). E conclui: “E, se sabemos que ele nos ouve quanto ao que lhe pedimos, estamos certos de que obtemos os pedidos que lhe temos feito” (v.15).
O que João está tratando aqui é importante, é fundamental para a vida do cristão: é a doutrina da segurança. É natural vermos pessoas desabafando e dizendo que não têm segurança para sair de casa à noite, e muitas vezes, não têm segurança nem mesmo dentro de casa.
Muitas pessoas também não possuem segurança a respeito do porvir, e João difere essas pessoas através da sua fé, de forma que um tem a fé genuína e o outro a fé espúria - ilegítima. Aquele que possui a fé genuína tem convicção de que Jesus Cristo é o vindo em carne e que também, transforma o indivíduo. Por isso, escreve Carson:
        Cristãos genuínos aprendem a amar uns aos outros e a obedecer a verdade. Para João, a segurança cristã não é um bem abstrato; está intimamente ligado a um relacionamento constante e transformador com o Deus da aliança, que se revelou em Jesus Cristo. (CARSON, D. Introdução ao N.T. SP, Vida Nova, 1997, p.210).

A oração é um veículo que Deus nos deixou, por onde podemos levar a ele todas as nossas angústias, aflições, necessidades. Especialmente, podemos levar a ele o desejo de permanecer fiel à Palavra e a Jesus Cristo, bem como, pedir que Deus preserve a vida e fé de nosso próximo. E saiba, sim, Deus atende nossa oração. Amém.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Dia das Mães

                Dia Das Mães 


Domingo, dia 13 de Maio de 2012, não temos dúvida de que esse foi um dia especial, foi o Dia das Mães. A Comunidade Evangélica Luterana "Cristo", de Governador Valadares não esqueceu o dia especial dessas mulheres, e junto com seus filhos, as crianças da Comunidade, pudemos presenciar uma bela homenagem à todas as mães. Mães que cuidam, mães que amam, mães que se preocupam com seus filhos e com sua educação cristã. Mães que estão perto, mães que estão longe, mães que já estão ao lado de Deus, mas permanecem na memória de seus filhos, na educação que receberam, reflexo na vida, no dia a dia. O amor de mãe é tamanho, que até mesmo Deus usa desta imagem para mostrar a seus filhos o consolo que nos dá: Como a mãe consola o filho, eu também consolarei vocês; eu os consolarei em Jerusalém (Isaías 66.13 - NTLH). O Culto do Dia das Mães foi muito especial, pois 53 pessoas se fizeram presente para adorar a Deus e agradecer por sua mãe - presente tão especial de Deus. Obrigado mãe, obrigado Deus pela minha mãe. Obrigado por ser nosso Deus. Obrigado por nos consolar e nos dar a certeza da vida eterna. Amém.


Régis Duarte Müller







terça-feira, 15 de maio de 2012

6° Domingo de Páscoa - Dia das Mães


Comunidade Evangélica Luterana Cristo
Governador Valadares – MG – 3221 3377
INFORmaisCRISTO
 

6° Domingo de Páscoa – Dia das Mães
Textos Bíblicos: Sl 98; At 10.34-48; 1Jo 5.1-8; Jo 15.9-17

Reflexão da Semana - Amor sem Acepção
Hoje é dia das mães. É impossível chegarmos neste dia e não lembrarmos o seu significado, a sua importância. Não do dia, mas da mãe. Na verdade quando falamos sobre nossa mãe, que normalmente é sinônimo de amor, estamos falando da prática de amor fraternal tão falada pelo apóstolo João. Pois o amor da mãe não escolhe um filho, mas ama a todos igualmente, sem fazer distinção. Ora, esse é a característica do amor de Deus pelas pessoas. Pois Deus ama “todo aquele que o teme e faz o que é justo” (At 10.35). Assim como a mãe, Deus consola e ama seus filhos. Ele deixa palavras através do apóstolo João, o qual nos instrui e fala repetidamente sobre o amor. Dentre seus ensinos, ele dá destaque ao fato de que o Senhor deixou um mandamento, a saber: “amar uns aos outros”. Assim como a mãe cuida com ternura de seus filhos, amando-os igualmente, Deus também ama e cuida de cada um de nós, sem acepção – Pois “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos” (1Jo 3.6). E também: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Amém.

Régis Duarte Müller

terça-feira, 8 de maio de 2012

Artigo Davi Schmidt


  • Deus não faz acepção de pessoas

            Há poucos dias novamente se discutiu o assunto das cotas para determinadas etnias nos vestibulares. Ou seja, algumas pessoas teriam facilitada sua entrada em cursos superiores por causa da sua origem (especialmente africana ou indígena). Alguns que defendem esta ideia apontam que estaria se fazendo justiça, porque os índios e negros foram fortemente discriminados e explorados no passado e que, também por causa disso, ainda hoje estariam sofrendo consequências da opressão, com mais dificuldade de acesso à educação ou cursos profissionalizantes. Pois existem vagas limitadas no ensino público e a maioria destas pessoas não poderia pagar um curso particular. Outros ainda dizem que as cotas deveriam existir não para etnias, e sim para condição social, defendendo que apenas os pobres deveriam ter direito ao sistema de cotas. Há ainda outros que rejeitam a ideia de cotas, porque afirmam que são um método injusto, pois uns precisam se dedicar ou estudar mais do que outros para passar no mesmo vestibular.
            Enfim, não quero aqui defender nenhuma destas posições. Porém há que se destacar que, infelizmente, neste mundo é muito difícil se fazer justiça. O mundo é pecaminoso, é injusto, é mau e classifica as pessoas conforme a sua aparência ou posse. Nós vemos isto, nós sabemos disto: “Quem pode mais, chora menos!” A discussão a respeito de termos cotas ou não para pessoas é um sintoma do nosso mundo doente. Por que uns parecem superiores aos outros? A ganância, a maldade e o pecado saltam aos nossos olhos.
            Isto nos remete a um texto bíblico que será também lembrado em nossa igreja no próximo final de semana, a saber, Atos 10.34-48, quando o apóstolo Pedro visitou Cornélio. Os judeus daquela época já conheciam textos bíblicos como Deuteronômio 10.17 ou 2Crônicas 19.7, onde a palavra de Deus ensina que Deus não faz acepção de pessoas, ou melhor, que todas as pessoas são iguais perante Deus. Infelizmente, muitos judeus que haviam se tornado cristãos não aceitavam que o Salvador Jesus tivesse morrido na cruz também para pessoas de outros povos. Achavam que, por serem circuncidados, teriam privilégios. Então Pedro ressalta os seguintes fatos a Cornélio: Deus não faz acepção ou diferenciação de pessoas (v.34), todos os que temem a Deus Lhe agradam (v.35), Jesus veio curar a todos os oprimidos pelo diabo (v.38) e que também sobre os não-judeus foi derramado o Espírito Santo (v.45).
         Esta mensagem deve servir de lembrança e consolo sempre para nós: “Deus não faz acepção de pessoas”. Não existe nada mais comum e democrático do que a cruz de Jesus Cristo. Nela os pecados de toda humanidade foram perdoados por causa da obra Dele. A fé em Jesus Cristo é o único meio de sermos salvos para a vida eterna. Neste mundo existem muitas injustiças por causa do pecado. Mas na vida eterna não será assim! Em Jesus Cristo receberemos todos o mesmo céu, de modo justo. Não por nossa justiça, não por que pensamos ser melhores ou mais aptos que outros. Mas pela justiça de Deus, estranha para nós, mas que quer tornar a todos iguais perante Ele, todos dependentes da mesma salvação e da mesma fé. Todos recebemos o mesmo dom, o mesmo presente. Somos todos filhos do mesmo Pai de amor. Em nome de Jesus, Amém.

    Davi Schmidt

sábado, 5 de maio de 2012

INFORmaisCRISTO - Maio



Comunidade Evangélica Luterana “Cristo”
Governador Valadares – MG – 3221 3377
INFORmaisCRISTO
Ano II – 56° Edição – Modelo II - 2012
 

REFLEXÃO
Confessar Jesus Cristo e Amar as Outras Pessoas 1 João 4.1-11(12-21)
O Apóstolo João é conhecido como o Apóstolo do amor, de forma que podemos encontrar o verbete em 62 oportunidades, dentro das suas três cartas. Elas são destinadas às Igrejas, pessoas que compartilhavam da mesma fé. Por isso, apesar de sua mensagem promover a prática do amor, ele também alerta quanto aos falsos mestres, os quais querem espalhar o rebanho. Essas pessoas ou grupos são chamadas por João como “falsos mestres” (1Jo 4.1), “enganadores” (1Jo 7) e “anticristos” (1Jo 2.18; 4.3; 2Jo 7). O alerta de João se dá, pelo fato de que esse grupo de “anticristos” se dizia eleito, pois como não foram ‘escolhidos’ por Deus, eles viviam ou possuíam uma vida espiritual e dessa forma, evoluíam com as próprias capacidades, adquirindo conhecimento. Eles menosprezavam os cristãos e colocavam em xeque a Palavra de Deus, depositando dúvidas na mente das pessoas. Por esse motivo, João alerta os cristãos de suas Igrejas e define dois grupos, os chamados: espírito do erro (1Jo 4.3) e espírito da verdade (1Jo 4.2). O espírito do erro não confessa a Jesus Cristo, enquanto o espírito da verdade confessa que Jesus Cristo veio em carne e é o Filho de Deus, salvador da humanidade. Assim, nós notamos a essência de Deus, que é amor, o qual entregou seu Filho (Jo 3.16) para que as pessoas tenham vida em abundância (Jo 10.10). Deste modo, combatendo os falsos mestres, João também instrui a Igreja na mensagem de amor e fé em Jesus Cristo. João define o verdadeiro cristianismo em três marcas: 1° Jesus veio verdadeiramente em carne; 2° Obediência aos mandamentos através de Jesus Cristo; 3° Atitude de amor a Deus e ao próximo. Portanto, diferente do que ensinam os falsos mestres, não são as pessoas que evoluem e alcançam uma espiritualidade, se tornando uma divindade própria, mas todo amor vivido entre os cristãos procede unicamente de Deus, como vemos: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” e também: “Nós amamos porque Deus amou primeiro” (1Jo 4.11 e 19). Portanto, o mandamento que recebemos de Deus é bastante simples e abrange todos os cristãos: “Que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo 4.21). Logo, a premissa/a base cristã é: Confessar Jesus Cristo e Amar as outras Pessoas. Amém.
Régis Duarte Müller


Próximos Eventos: Fique Ligado
13/05 – Culto da Família – Dia das Mães
27/05 – Culto Jovem
02/06 – Festa Junina
09/06 – ERPER Colatina, ES (09 e 10/06)

Você se já imaginou o que aconteceria se tratássemos a Bíblia do jeito que tratamos nosso celular? Se a carregássemos para todo lugar e se déssemos uma olhada nela várias vezes ao dia? E se voltassemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa ou no escritório? E se a usassemos para enviar mensagens a nossos amigos?
Ao contrário do celular a Bíblia não fica sem sinal pega em qualquer lugar, a bateria é eterna e não precisa colocar crédito pois Jesus já pagou a conta.
Aline Valadares, In. Face Book
Projetos – Endereços Virtuais:
http://www.paraverte.com/ - músicas para ouvir e baixar.

http://www.alas.org.br/ - Associação Luterana de Assistência Social

http://pem-ielb.blogspot.com.br/ - Programa de Evangelização e Mordomia

http://www.jelb.org.br/ - Juventude Evangélica Luterana do Brasil

Mensagem: Dia das Mães – A Mãe e a Rosa
A mãe pode ser comparada a uma rosa com suas pétalas e com seus espinhos!
Na rosa, as pétalas são suaves e meigas, os espinhos, finos e pungentes. De semelhante forma é a mãe.
Com as pétalas, a mãe nos acaricia e afaga, nos estimula e encoraja: fortalece.
Ela usa as pétalas nos momentos certos: nos tempos de desânimo e vazio.
Os filhos precisam desse carinho e afago, do estímulo e encorajamento, da força de uma mãe. Porque, quando estamos para desabar, prontos para sermos derrotados, um elogio da mãe querida faz a diferença; Nos faz levantar, nos faz vencer! Nos erguemos e vencemos fortalecidos pela doce mãe; por causa da pétala da rosa. Mas ela também tem seus espinhos.
Na rosa, os espinhos são para a proteção da flor. Na mãe, os espinhos são para a proteção dos outros – os filhos. Com os espinhos, a mãe nos protege e admoesta quando nos expomos indefesos para o mundo.
Os filhos também precisam dos espinhos, vivemos tempos de perigo, individualismo e egoísmo.
São eles que protegem os filhos quando estão longe do carinho materno. Pois, os filhos da mãe também se afastam das suas suaves pétalas para a aspereza do mundo. Mas isso é necessário – o cordão umbilical deve ser cortado. Mas a mãe não nos deixa sozinhos, sempre está a nos guardar e admoestar.
A mãe protege e previne com carinho, com os espinhos...
A rosa sempre está junto dos botões que vão se abrindo, surgindo, nascendo da rosa-mãe. Assim também nossa mãe-rosa quer sempre estar e participar dos momentos dos seus filhos. Quando estão florescendo, abrindo as suas pétalas... vencendo! O sonho de toda a mãe é ver seus filhos se tornando pessoas de bem, vencendo na vida.
Sim, vencendo! Por causa das pétalas e espinhos...
E assim como a rosa, a mãe é um presente de Deus! Cultive esse dom de Deus na vida!
MENDELS E. PIEPER
In Mensageiro Luterano, Maio 2012.




                            ATIVIDADES de MAIO:
ESTUDOS BÍBLICOS: 19h30min / Igreja
BANDA: Ensaios Todas as TERÇAS – 19h30min
MÚSICA: Aulas Toda Sexta Feira
JOVENS: Sábado – 18h30min
CULTOS: TODOS Domingos 19h
PONTAL: Sempre no Último Sábado do Mês
CONSELHEIRO PENA: 1° E 3° Domingos 09h
INSTRUÇÃO DE CONFIRMANDOS: 2° e 4° Sábados – 16h









DESTAQUES DO MÊS
12/05 – 14h ESCOLINHA BÍBLICA
13/05 – Dias das Mães – Culto da Família
27/05 – Culto Jovem – (Aniversário da JELB)

                     ANIVERSARIANTES DE MAIO


01/05 – Roberto Tavares
03/05 – Emilly Neitzel

“Rendei graças ao SENHOR, porque ele é bom, porque a sua misericórdia dura para sempre”. (Sl 118.1).

AVISOS
MENSAGEIRO LUTERANO: Peça sua assinatura, apenas 52R$/Ano.

Censo CEL “CRISTO”: Preencha o Censo da Comunidade Cristo. Participe desta iniciativa de cadastramento dos membros de nossa congregação. Já preencheu o seu?
Cadernos do PEM: Já chegaram os cadernos do PEM. Solicite o seu!!! Os encontros têm acontecido toda Quarta 19h30min. Restam Poucos.

Congresso DIMI: Quanto? 39,90 com direito a muito louvor e Diversão. Dias 21 e 22 de Julho. 

Congresso JELB: Já estão abertas as Inscrições para o 43° CONGRESSÃO da JELB – 15 a 20 de Janeiro de 2012. Quanto? 380,00 Divide? 9x42,22 – Está muito Fácil. Então, Vamos?
Blogs:
http://igrejaluteranagv.blogspot.com.br/

sexta-feira, 4 de maio de 2012

5° Domingo de Páscoa - Os Falsos Mestres e Jesus Cristo


Confessar Jesus Cristo e Amar as Outras Pessoas”.
GoVal 06/05/2012
Régis Duarte Müller
5° Domingo de Páscoa – 06/05 a 13/05/2012
Textos Bíblicos: Salmo 150; Atos 8.26-40; 1 João 4.1-11(12-21); João 15.1-8

            Pois bem, temos visto a três domingos os ensinamentos do Apóstolo João. Já pudemos compreender claramente sua grande mensagem. O apóstolo do amor prega a mensagem de amor, tanto é que ele repete o verbete em 62 oportunidades.
            Contudo, precisamos partir pelo fato de que suas cartas eram destinadas a Igrejas, pessoas que já compartilhavam da fé cristã. Logo, o objetivo de João não é evangelizar com o intuito de ganhar nossas vidas para Cristo, mas ensinar e alertar a todos cristãos. Por isso, a mensagem de João não é apenas amor, pois também adverte quanto aos falsos mestres que querem espalhar as ovelhas e que não confessam Jesus Cristo.
            Vamos tentar compreender o objetivo de João um pouquinho melhor!
            Existia um grupo de pessoas que não confessam a fé Jesus Cristo. Eles diziam que Cristo não havia vindo em carne (quer dizer, negam que o Verbo se fez carne e habitou entre nós, Jo 1.14), como podemos ver:
João está escrevendo para advertir seus leitores sobre os falsos mestres que estão ativamente tentando enganá-los (2.26)... “Lobos vorazes” estavam despedaçando o rebanho, e João rotula-os de “falsos mestres” (1Jo 4.1), “enganadores” (2Jo 7) e “anticristos” (1Jo 2.18; 4.3; 2Jo 7). (CARSON, D. A. MOO, Douglas J. MORRIS, Leon. Introdução ao Novo Testamento. São Paulo, Vida Nova, 1997, p.501).

Estes mesmos, também se achavam os eleitos. Sim, eleitos por não terem sido escolhidos por Deus, mas pelo fato de que teriam uma vida espiritual. Por esse motivo, pensavam possuir capacidades para receber o conhecimento.
Partindo desse pensamento, eles menosprezavam as outras pessoas, pois somente eles eram capazes de encontrar o verdadeiro “conhecimento”. Essas pessoas, na verdade, promoviam a discórdia e a seletividade, enquanto João instrui os seus “membros” a amarem uns aos outros. (CARSON, D. A, p.502).
Do mesmo modo que João e os cristãos de sua época enfrentavam falsos mestres e ensinamentos que colocam em xeque a Palavra de Deus, hoje também encontramos pessoas e grupos que atacam aos cristãos e dificultam a compreensão correta das pessoas, criando muitas barreiras e dúvidas em suas mentes. Como por exemplo: Afinal, o que devo fazer: crer em Jesus ou buscar a salvação por conta própria?
Aqui, então, podemos reconhecer a diferentes entre dois espíritos: O espírito da verdade e o espírito do erro. Isso torna a mensagem de João extremamente importante, pois os cristãos precisam ter consciência plena de quem é Jesus Cristo para que não venha a perder sua fé.
Ora, pois, o espírito do erro não confessa a Jesus Cristo, mas nega sua existência, de forma que este pensamento procede do mundo. Em contrapartida, o espírito da verdade confessa que Jesus Cristo veio em carne, de modo que demonstra ao mundo a essência de Deus: Deus é amor e entregou seu próprio Filho, a fim de que as pessoas que nEle acreditarem tenham vida, e vida em abundância (Jo 10.10).
É por isso que o ensino de João se baseia em três marcas, que considera como sendo o cristianismo autentico: 1. Jesus é verdadeiramente vindo na carne, 2. Obediência aos mandamentos de Deus através de Jesus Cristo, 3. Uma vida de atitude de amor a Deus e pelo próximo.
João até parece estar trazendo um ensino novo, mas na verdade são os mesmos antigos mandamentos de Deus. De modo que, também o amor, é um mandamento antigo: Realmente o amor é um “velho” mandamento, pelo qual, pela fé em Jesus Cristo, cristãos genuínos aprendem a amar uns aos outros e a obedecer à verdade. Logo, o amor se mostra uma ATITUDE comum entre os cristãos com relação aos irmãos e a Deus. É nesse sentido que João escreve: “Amados, amem uns aos outros, porque o amor vem de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1Jo 4.7). Quer dizer, é o cristianismo em ação, é o amor em atitude. (Carson, p.508).
Deste modo, o ponto chave para nossa compreensão do assunto se encontra na definição do amor, da sua origem. Ora, o amor não é algo que alguém deseja e pode ter ou adquirir por conta própria (como pensavam os falsos mestres e grupos que buscam a evolução pessoal), mas é somente Deus que concede o amor que é encontrado nas pessoas. Portanto,
“O começo do amor se encontra no amor revelado por Deus, e a verdadeira natureza do amor se conhece levando-se em conta o que significa o amor no caso de Deus (1Jo 4.9ss; 19). Porém se o amor pertence unicamente a Deus, se entende que qualquer que mostra amor deve pertencer a Deus: é nascido de Deus e agora vive no conhecimento de Deus. João não diz “todo aquele que é nascido de Deus, ama”, com o objetivo de tornar uma obrigação, mas quer dizer que: (todo) o amor vem de Deus, portanto, todos os que amam são nascidos de Deus. Aqui, João está DEFININDO e não exortando” (Marshall, p.209).
Assim podemos reconhecer e diferenciar os falsos profetas, enganadores e anticristos dos verdadeiros adoradores de Deus. Pois a diferença primordial encontra-se na FÉ em JESUS CRISTO e no AMOR que é demonstrado para com o próximo em atitude. E o próprio Apóstolo João também nos diz e diferencia o espírito da verdade e o espírito do erro: “Nisto reconhecei o espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que NÃO confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo” e também: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4.2,3 e 7,8).
Desta forma, diferente do que ensinam os falsos mestres e enganadores, não somos nós quem evoluímos espiritualmente e nos tornamos uma divindade própria ou algo parecido, mas todo amor vivido entre os cristãos procede unicamente de Deus, como vemos: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” e também: “Nós amamos porque Deus amou primeiro” (1Jo 4.11 e 19).
Portanto, o mandamento que recebemos de Deus é bastante simples e abrange todos os cristãos: “Que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo 4.21). Logo, a premissa/a base cristã é: Confessar Jesus Cristo e Amar as outras Pessoas. Amém.